O avanço do tráfego de dados, a expansão das redes e a necessidade de manter serviços disponíveis colocam novos desafios para a infraestrutura de conectividade. Nesse cenário, os switches deixam de ser apenas elementos de conexão e passam a concentrar recursos importantes para capacidade, gerenciamento, segurança e continuidade da operação.
A evolução também acontece nas diferentes camadas da rede. Enquanto os equipamentos de acesso precisam combinar desempenho, conectividade e recursos de gerenciamento em diferentes aplicações, as soluções de agregação precisam suportar maiores volumes de tráfego, uplinks de alta capacidade, redundância e múltiplos serviços sobre a mesma infraestrutura.
Por isso, características como densidade de portas, interfaces de 1G, 10G e 100G, PoE, QoS e recursos de gerenciamento ganham relevância na definição dos equipamentos. Em redes de maior complexidade, recursos como MPLS, roteamento avançado, sincronização e mecanismos de proteção também podem fazer parte dos requisitos da infraestrutura.
Que papel os switches desempenham em cada camada da rede?
Para atender diferentes cenários de rede, a Venko distribui um portfólio de switches Raisecom que vai de soluções Gigabit de acesso a plataformas IP/MPLS voltadas à agregação e a serviços.
Entre os equipamentos de acesso estão a série ISCOM S2600 (A), com switches Gigabit para acesso e distribuição, e a linha RAX711, que reúne recursos avançados de Layer 2 e Layer 3, incluindo MPLS, roteamento, QoS, proteção FRR e funcionalidades voltadas à entrega de serviços.
O RAX711-C-R, por exemplo, é um switch compacto voltado a serviços Carrier Ethernet 2.0 e aplicações de backhaul móvel em redes 4G e 5G. O equipamento conta com seis interfaces 10G SFP+ e dez interfaces 1G SFP.
Já a série ISCOM S2600 (A) reúne switches Gigabit de acesso e distribuição para ambientes corporativos, campus, provedores e redes de segurança, ampliando as possibilidades de aplicação na borda da infraestrutura.
Nas camadas de agregação e serviços, a série RAX721 eleva a capacidade da infraestrutura. As plataformas IP/MPLS oferecem diferentes configurações de interfaces e uplinks, incluindo opções de 10G, 40G e 100G, sendo voltadas a redes Metro, operadoras, ISPs, ambientes corporativos e campus.
Além de L2/L3/MPLS, os equipamentos oferecem recursos como L2VPN e L3VPN, QoS de nível operador, monitoramento de SLA baseado em hardware e mecanismos de redundância, incluindo MC-LAG, ERPS G.8032 e FRR. A linha também incorpora recursos de virtualização e sincronização, contribuindo para redes que precisam combinar capacidade, resiliência e evolução tecnológica.
Com equipamentos para diferentes posições da infraestrutura, a linha Raisecom distribuída pela Venko permite dimensionar a rede de acordo com as demandas de cada aplicação, do acesso à agregação.
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Fonte: Techtarget
Imagem: Canva